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O direito moral e político de colocar sobre o olhar crítico o grupo que mais influência tem sobre a política brasileira e mundial.

Esta é a Inquisição Moderna: Leia o esclarecedor texto de Paul Grubach
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domingo, 25 de setembro de 2016

Raças existem, mesmo que alguns não acreditem nelas - Nicholas Wade


Nicholas Wade
Jornalista Britânico defende em livro o conceito biológico de raça, mas afirma que não há bases que justifiquem o racismo.

22/09/2015

Entrevista por Reinaldo José Lopes – colaboração para a Folha de São Paulo.

            Já aposentado, com uma das carreiras mais solidas do jornalismo cientifico de língua inglesa, o britânico Nicholas Wade, 74, resolveu mexer num vespeiro em seu mais recente livro, “Uma Herança Incomoda” que acaba de ser publicado no Brasil pela Três Estrelas, selo editorial do Grupo Folha.

            O subtítulo da obra – “Genes, Raça e Historia Humana” – diz (quase) tudo.

            Com base nos mais recentes dados da genômica, área de pesquisa que esta escarafunchando o DNA de seres humanos de todos os cantos do planeta, Wade argumenta que existem diferenças pequenas, porém significativas entre as raças as raças humanas; defende que a evolução de nossa espécie, em vez de ter “parado no tempo”, continuou a todo vapor nos últimos milênios; e especula que as diferentes trajetórias evolutivas de cada raça influenciaram a história do mundo.

            Para ser mais exato, o escritor propõe que variantes genéticas ligadas ao desenvolvimento e funcionamento do cérebro em seus aspectos sociais – principalmente as ligadas a agressividade e a confiança mútua – tiveram um papel importante na gênese das civilizações complexas e populosas em certas regiões do planeta, em especial na Europa e no Extremo Oriente.

            Esses “empurrõezinhos” genéticos, ao interagirem com fatores culturais, teriam lentamente levado à atual predominância dos europeus e dos asiáticos, em detrimento de povos como os africanos e os indígenas.

            O autor conversou por telefone com a Folha. Veja a seguir a entrevista:  

            Folha Em geral, quando uma área de pesquisa tem resultados muito controversos e que envolvam possíveis implicações politicas, jornalistas da ciência tendem a evita-la. Por que o sr. decidiu deixar de lado essa praxe da profissão.
            Nicholas Wade – Acho que você está correto na primeira parte da sua afirmação - de fato, temos uma tendência a enfatizar os consensos científicos mais sólidos. Acontece que, neste caso, minha sensação era de que um consenso já tinha se desenvolvido, mas simplesmente não estava sendo discutido pelos cientistas.

            Senti que era meu dever contar ao público o que estava sendo descoberto sobre a natureza das raças humanas – os fatos estavam todos lá, na literatura cientifica, mas colocados de forma obliqua, por meio de uma série de eufemismos. Parecia que os cientistas estavam traindo o público e sendo subservientes a uma ortodoxia política que, nas universidades de hoje, inclina-se muito à esquerda.
            Quando me refiro a falta de consenso, falo especificamente da ideia de que possíveis diferenças comportamentais entre as raças humanas influenciaram o curso da história. Essa ideia pode até ser plausível, mas por que não há nenhuma evidencia concreta direta dela, apenas correlações.
            O livro tem duas partes. A primeira, sobre as diferenças genéticas mais gerais entre as raças humanas, não me parece algo controverso. A segunda parte do livro, de fato, é uma conjectura, um palpite bem informado, e ela está claramente escrita como uma conjectura – não acho que o leitor esteja sendo enganado.
            O ponto principal é que parece haver uma diferença sutil no comportamento social nas várias regiões do mundo, em especial no que se refere ao nível de confiança entre os indivíduos. Ao longo da história, isso levou ao desenvolvimento de civilizações com características distintas, como podemos ver quando comparamos a civilização chinesa, por exemplo, com a civilização europeia.
            Na sua opinião, os dados apresentados no livro deveriam influenciar politicas públicas? O sr. menciona algumas vezes o fracasso da ajuda financeira internacional como mecanismo para fomentar o desenvolvimento da África com um possível sinal de que não basta ter dinheiro ou um bom projeto para transformar um pais pobre em um pais desenvolvido, já que os entraves ao desenvolvimento também poderiam ser influenciados por fatores genéticos...
            Acho que o principal objetivo do livro é simplesmente entender como a história humana caminhou. Com exceção desse exemplo que você citou, não vejo outros casos de impacto claro em políticas públicas. Além disso, não acho que você precise levar a genética em conta para saber que a ajuda financeira internacional não funcionou no caso africano – podemos dizer que há razoes culturais para esse fato.                      
            Ok, mas quando o sr. traz dados genético para essa equação, a imagem que se cria na cabeça do público ou mesmo dos políticos, que não tem uma compreensão sofisticada da interação complexa da genética com o ambiente, é que, se certos povos tem uma predisposição genética menor a criar uma sociedade moderna e próspera, então não adianta fazer nada: vamos deixar os pobres serem pobres e pronto.
            É preciso deixar bem claro que o comportamento social, embora tenha uma base genética, também é muito plástico. Além disso, o que o dado genético tem mostrado, ao revelar a seleção natural atuando em épocas relativamente recentes, é que a evolução pode afetar essa base genética de um jeito muito mais rápido do que imaginávamos antes.
            Talvez o grande desafio ao desenvolvimento seja como escapar do tribalismo, que parece ser a estrutura política original da nossa espécie, e encontrar outros sistemas que funcionem melhor. Os próprios europeus eram basicamente tribais há apenas mil anos. Ou seja, essa transição pode acontecer relativamente rápido. Outro ponto importante e que os genes não determinam o nosso comportamento, só nos dão um ligeiro empurrão numa direção ou outra
            Se, como o senhor afirma, há um clima intelectual contrário a tentar elucidar essa questão na comunidade cientifica, o que pensa sobre o futuro desse tipo de estudo?
            As pessoas acreditam no que querem acreditar, não no que os fatos indicam. Não acho que mais evidencias farão com que os que não aceitam a ideia de raça mudem de opinião. É a mesma coisa com os criacionistas que defendem a verdade literal da Bíblia – as evidencias da evolução estão aí aos montes, mas nem por isso eles mudam de ideia. Os cientistas sociais são muito perecidos com os criacionistas nesse aspecto.
            Publicar o livro acabou fazendo com que o sr. fosse elogiado por extremistas de direita ou racistas? Como lida com esse tipo de “fãs” constrangedores?
            Confesso que não acompanhei essas reações. De fato, algumas pessoas dessas correntes políticas elogiaram o livro inicialmente, mas os que se dão ao trabalho de ler o livro inteiro percebem que sou totalmente contrário ao racismo e acabam não gostando. 

Nota de Tannhauser sobre o autor: Nascido na Inglaterra, em 1942, Nicholas Wade graduou-se em bacharel em Ciências Naturais no King’s College (Cambridge) e depois obteve o mestrado. Foi vice-editor da revista Nature, e desde 1982, escritor da seção Science Times do jornal New York Times. Entre seus principais livros estão Betrayers of the Truth: Fraud and Deceit in the Halls of Science (1983), Before the Dawn: Recovering the Lost History of Our Ancestors (2006), The Faith Instinct (2009) e, seu mais recente trabalho, A Troublesome Inheritance: Genes, Race and Human History (2014).

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Crítica

Por Ricardo Bonalume Neto para a Folha de São Paulo.

Livro reafirma raça como conceito biológico
           
O jornalista britânico Nicholas Wade cutucou a onça com vara curta, mexeu num ninho de vespas e jogou gasolina no fogo. Só um desse clichês não seria suficiente para descrever este livro polemico com um subtítulo que diz muito: “gene, raça e história humana”

            Como “raça”? Isso existe? Segundo a Associação Americana de Antropologia, “raça tem a ver com cultura, não com biologia”; já a Associação Americana de Sociologia afirma que “raça e um construto social”. Para as humanidades, raça não existe, é apenas uma invenção para justificar o racismo.

            Já uma pessoa dotada de mero senso comum olharia um japonês, um zulu e um sueco típico e se perguntaria: “se não existe raça, por que essa diferença no visual?”

            Ao mesmo tempo, os pesquisadores das ciências sociais acreditam que a evolução biológica deixou de ter efeito sobre os seres humanos, tendo hoje a cultura um papel muito mais importante.

            Wade foi atrás de pesquisas recentes sobre genoma humano e concluiu que a evolução biológica agiu em momentos recentes da história, como na destribalização. Ela também ajudou a criar pelo menos cinco raças distintas – os caucasianos da Europa, subcontinente indiano e Oriente médio, os africanos do Sul do Saara, os asiáticos Orientais, os índios americanos e os aborígenes australianos.

            As diferenças entre as populações humanas existem tanto no “visual” como no genoma, mas são sutis. De acordo com Wade, as diferenças entre as raças existem porque, ao se espalharem pelo planeta, essas populações ficaram independentes uma das outras, e, portanto, trilharam diferentes caminhos evolutivos

            “Ao referir-se a qualquer pessoa que investigue um fundamento biológico da raça como ‘racista cientifico’, e assim essencialmente satalizá-lo como se fosse racista, a esquerda acadêmica conseguiu suprimir quase toda a discussão a respeito da diferenciação humana. A maior parte dos pesquisadores foge do assunto em vez de arriscar-se a ser maculado com insinuações de racismo, que colocariam em risco a suas carreiras e seus financiamentos”, escreve o autor.

            Ele resume o motivo de ter escrito o livro: ”O propósito de uma “Herança Incomoda” é explorar esse novo território e, em certos momentos, mostrar como as diferenças evolutivas entre as populações humanas podem ser descritas sem oferecer a menor base para o racismo, a visão de que existe uma hierarquia de raças, sendo algumas superiores a outras

            O livro tem edição e tradução competentes, com apenas uma grande exceção, na página 60, uma tradução errada de “apes”. Onde se lê “Os gorilas no topo da linhagem humana”, o correto é “os grandes macacos no topo da linhagem humana”.              



    
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Relacionado, leia também:

O que a ciência diz sobre raça e genética - Por Nicholas Wade (Uma resenha mais detalhada do contexto do livro e do assunto)

Livro defende que biologia originou raças humanas (Primeira resenha da Folha de São Paulo quando o livro foi lançado originalmente em 2014)

Raça, disgenia e a sobrevivência do Ocidente – Uma entrevista com Richard Lynn  (sobre as consequências negativas da mistura racial)

‘Eu sou um banido’: Descobridor ‘racista’ do DNA é forçado a vender sua medalha de Prêmio Nobel.

Politicamente Correto (sobre a estratégia de eufemismos e palavras bonitas para inserir aberrações na humanidade ao mesmo tempo em que se censura a investigação)

{A Europa e os países arianos não devem receber refugiados!} O Plano Kalergi {e o genocídio da raça branca e demais raças}

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

{A Europa e os países arianos não devem receber refugiados!} O Plano Kalergi {e o genocídio da raça branca e demais raças}

{Palavras entre chaves por Tannhauser}

Kalergi vê nos judeus os líderes do socialismo, comunismo e capitalismo. Aqui salta aos olhos a similaridade entre as visões de Kalergi e do Nacional-Socialismo quanto à avaliação do papel do povo eleito.

Mais um plano para o domínio mundial?

Ele é considerado um dos precursores e idealizadores da moderna União Européia. Sua pessoa é glorificada em inúmeras homenagens aos mais diferentes líderes europeus. Todavia, seus escritos nos remetem a um calabouço racial. Seu nome: “Conde” Coudenhove-Kalergi.

Richard von Coudenhove-Kalergi

            Em 3 de outubro de 1926, reuniam-se pela primeira vez alguns adeptos da idéia de uma Europa unida, para o Congresso Pan-Europeu em Viena. O organizador do encontro foi o “Conde” Coudenhove-Kalergi, que desde o início dos anos 20, defendia um ideário pan-europeu. Filho de um ex-embaixador do império austro-húngaro no Japão e abalado pela derrocada da monarquia, ele sonhava com uma grande Europa, uma verdadeira Pan-Europa, de Vladivostok até São Francisco.

O Plano Kalergi almejava desde seus primeiros documentos escritos, apresentados entre 1923 e 1925, a tomada de poder pelos judeus primeiramente na Europa e depois em todo o mundo.

O plano do suposto Conde baseava-se em um utópico racismo judaico e apoiava-se em uma “raça superior judaica”.

O conceito de “raça superior”, o qual é erroneamente postulado pela atual “história contemporânea” a Adolf Hitler, foi na verdade introduzido por Coudenhove-Kalergi para reforçar uma suposta reivindicação dos judeus pelo poder na Europa e em todo o mundo. O termo “raça nobre judaica” também é utilizado freqüentemente.
“O homem do futuro será o mestiço. […]
A futura raça euro-afro-asiática, exteriormente semelhante ao egípcio, substituirá a diversidade dos povos pela diversidade de personalidades. Pois, segundo as leis hereditárias, a diversidade cresce com a diversidade dos progenitores, a unicidade com a unicidade dos progenitores. Nas famílias incestuosas, um filho assemelha-se ao outro: pois todos representam um mesmo tipo de família. […] Incesto gera tipos característicos – Cruzamentos geram personalidades originais.”
[Richard Coudenhove-Kalergi, “Praktischer Idealismus”, 1925, pág. 22/23]
Como meio de alcançar este império mundial judaico, Kalergi é a favor da eliminação da Auto-Determinação dos Povos e, então, a eliminação do conceito de Nação através de grandes deslocamentos humanos ou imigração em massa.

Para tornar a Europa dominável pelos judeus, Kalergi quer transformar os homogêneos povos europeus em uma raça de mestiços, composta de brancos, negros e amarelos. A tais mestiços, ele confere características como crueldade e infidelidade, características tais que precisam ser criadas artificialmente e que ele julga ser indispensável para possibilitar o domínio judaico.
“A consequência é que o mestiço unirá a ausência de caráter, inescrupulosidade, indolência, desleixo, crueldade e falta de fidelidade, com a objetividade, flexibilidade, o espírito aguçado, ausência de preconceito e amplitude de horizonte.”
[Richard Coudenhove-Kalergi, “Praktischer Idealismus”, 1925, pág. 21]
No presente momento, podemos notar a presença de uma palavra horrível proveniente do vocabulário de guerra dos norte-americanos, a respeito da colonização do Afeganistão e do Iraque, e que mostra como as sementes de Kalergi foram levadas pelo vento. Chama-se “nationbuilding”, que significa mais claramente a criação artificial de Nações pelas mãos humanas.

A afirmação a respeito desta suposta inferioridade característica dos mestiços nunca foi comprovada {o que descordo convictamente}. A superioridade de uma raça – portanto também dos judeus – nunca pôde ser comprovada {o que descordo convictamente}. As experiências individuais de qualquer indivíduo contradizem essa afirmação.
“ […] o judaísmo é o colo onde se levantará uma nova nobreza espiritual da Europa; o núcleo junto ao qual uma nova nobreza espiritual irá se agrupar: idealistas, repletos de espiritualidade e sentidos apurados, justos e confiantes, corajosos como os nobres feudais em seus melhores dias, que encaram alegremente a morte e a perseguição, ódio e desprezo, para tornar a humanidade mais espiritual, feliz e com boas maneiras. Quanto à coragem, perseverança e idealismo, os heróis e mártires judeus da revolução européia do leste e central não deixam nada a desejar em relação aos heróis não-judeus da Guerra Mundial – todavia, na questão espiritual, eles os ultrapassam inúmeras vezes.”
[Richard Coudenhove-Kalergi, “Praktischer Idealismus”, 1925, pág. 51]
O reconhecimento da igualdade de todos perante a lei seria utilizada por Kalergi até que o domínio da ordem jurídica estabelecida seja conseguido. Ele denomina tal passo como sendo a eliminação da desigualdade injustiçada.

Após a tomada de poder pela “raça nobre judaica”, também através da exigência por direitos iguais, este princípio deveria cair por terra: através da “justa desigualdade”, os judeus deveriam estabelecer seu domínio sobre os não-judeus.
“Somente Churchill se ateve preso também durante a guerra à ideia da Pan-Europa… O movimento Pan-Europeu agradece seu êxito principalmente à ativa participação de ambos os jornais mais influentes de Nova Iorque, o New York Times e o New York Herald Tribune.”
[Richard Coudenhove-Kalergi, “PANEUROPA 1922 até 1966”, pág. 73]
Kalergi vê nos judeus os líderes do socialismo, comunismo e capitalismo. Aqui salta aos olhos a similaridade entre as visões de Kalergi e do Nacional-Socialismo quanto à avaliação do papel dos judeus. Mas também quanto a essa afirmação, Kalergi nos deve uma última prova.

A grande influência dos judeus no governo norte-americano ou no serviço secreto soviético é notória. Cerca de 37% dos membros da NKWD pertenciam à etnia judaica e a proporção era maior ainda se analisássemos somente as posições de liderança. Todavia, os judeus tornaram-se minoria nesta ideologia – apesar de sua participação proporcional ser bem maior. Na ocasião da “revolta dos médicos”, Stalin retirou finalmente o poder deles, de forma que hoje sabemos que eles eram vistos pelo KPdSU como inimigos.

Mas dentro de um amplo contexto, Kalergi mostra uma inclinação judaica ao poder, somente afirmada atualmente pelo inimigos dos judeus e anti-semitas. Resta agora provar diante do exposto, o que é de fato verdade.

Através do Princípio Democrático, à minoria no Estado é indiscutivelmente renegado o poder. O poder fica com a maioria. O Plano Kalergi para a tomada do poder exige, todavia, a proteção de uma pequena minoria das represálias políticas: como a “raça superior judaica” – cujo poder sobre o Estado é o sonho de Kalergi – representa numericamente uma menor camada do poder e antevendo sabiamente já no início do século passado, Kalergi exige a proteção das atividades políticas dos judeus através do Código Penal.
“Principal portador dos corruptos assim como dos íntegros nobres intelectuais, do capitalismo, jornalismo e da literatura, são os judeus. A superioridade de seu espírito, predestina-os como fator principal de uma futura nobreza. Uma espiada na história do povo judeu explica sua vantagem na luta pela liderança da humanidade.”
[Richard Coudenhove-Kalergi, “Praktischer Idealismus”, 1925, pág. 49]
Ele exige que a incitação contra minorias religiosas e raciais seja punida em toda a Europa. Olhando em volta, podemos constatar que ele atingiu seu objetivo: em toda a Europa, a maioria pode ser vilipendiada impunemente, porém, as minorias gozam da proteção da lei que as livram de qualquer crítica pública…

A fossa que Kalergi elaborou em 1924 para a repressão da maioria e proteção da minoria, livrando o caminho dos judeus para o poder das eventuais críticas, desempenha seu papel até esses anos iniciais do novo século.

Finalmente, como se origina um movimento político? Como é possível financiar seu início? Seria ele o fruto da contribuição de muitos, ou seja, fruto da vontade popular; ou ele atende interesses obscuros, não percebidos pela grande maioria? Kalergi responde:
“No início de 1924, nós recebemos um telefonema do Barão Louis de Rothschild: um de seus amigos, Max Warburg, de Hamburgo, tinha lido meu livro e queria me conhecer. Para minha grande surpresa, Warburg me ofereceu espontaneamente 60.000 Goldmark para fomentar o movimento durante os três primeiros anos”
[Richard Coudenhove-Kalergi, “Uma vida pela Europa”, pág. 124/125]
Os bancos podem interferir na Auto-Determinação dos Povos através de secretos investimentos? Foi um membro da Casa Bancária dos Warburg que ajudou a organizar o golpe no congresso americano em 1913, o qual conferiu ao Federal Reserve Bank o direito de imprimir o dólar e, desta forma, alavancou a primeira posição chave da economia mundial.

Segundo os dados oficiais sobre a imigração, entram anualmente no continente Europeu cerca de 2-3 milhões de imigrantes. Se contarmos que a taxa de natalidade dos nativos é decrescente e dos imigrantes ultrapassa os 10%, concluímos que a médio prazo, o plano Kalergi estará plenamente realizado.


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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Sabonete Humano - Por Richard Harwood & Ditlieb Felderer


Ditlieb Felderer
É variavelmente reivindicado pelos exterminacionistas que cadáveres humanos foram submetidos a fusão por algum processo transformador no qual matéria prima para sabão foi feita. O processo, meios e sistema de distribuição, são totalmente desconhecidos.

Imediatamente depois da liberação, em Politiceni na Romênia, o rabino do distrito ordenou a coleta de todas as barras de sabão trazendo as letras “RIF”. Depois da recitação do Kaddisch (a oração judaica para os mortos) as barras de sabão foram então enterradas no cemitério judaico. Novos relatórios sobre o incidente apareceram na imprensa local polonesa, os quais foram posteriormente captados em livros do “Holocausto” tais como Elend und Grösse unserer Tage (A Miséria e Grandeza de nossos dias), 1950, de F. C. Weiskopf.

            Também, um artigo na Paris Match sobre Anne Frank, escrito por Pierre Joffroy, relata que
Quatro barras de “sabão judaico” manufaturados de cadáveres nos campos de extermínio e os quais, descobertos na Alemanha, foram envoltos em uma mortalha, em 1948, e piamente enterrados de acordo com os ritos em um canto do cemitério de Haifa em Israel.
Paris Match, n° 395, 3 de novembro de 1956, página 93

            As letras “RIF” na verdade representam Reichsstelle für Industrielle Feltversorgung: o canal do governo alemão a qual supervisionou a produção e distribuição de produtos de sabão e detergentes. Estas letras foram distorcidas pelos exterminacionistas para significar “Rein Jüdisches Felt” (“Pura Gordura Judaica”).

Sabonete vendido no site Ebay - alegadamente feito com gordura de cadáveres judeus. Daily Mail 06/03/2015 

            O exterminacionista Nachun Blumental de Tel Aviv escreve que este sabão era uma dos mais importantes objetos amostra nos museus do Holocausto ao redor do Mundo. Ele relata que as barras de tais sabões estão exibidas no Instituto Histórico de Varsóvia, na Casa Kaznellson do Kibbutz  Ghettofighters em Israel, e no YIVO Instituto de Pesquisa Judaica em Nova Iorque. Ele também escreve que pedaços do sabão “RIF” encontram-se em Keller des Grauens no Monte Sião em Jerusalém. (Ver Übersetzung aus dem Hebräischen Deckblatt; Jiddische Kultur Monatsschrift des Jiddischen Kulturverbandes, #21, junho – julho, 1959, página 1.)

            Um senhor Yaakov Riz da 1453 Levick Street, Filadélfia, Pensilvânia, opera seu próprio museu do “Holocausto” fora de seu porão, sob os auspícios do que ele chama de “Irmandade para Prevenção do Genocídio”. Ele mostra uma saboneteira com joias inscrito “Sabão deito de Corpos Judeus” com um fragmento do sabão o qual é alegado ser feito de gordura humana. Contudo, nenhuma análise forense do sabonete tem jamais sido feita. Riz, que alega ter perdido 83 de seus parentes em Auschwitz, foi capturado pelo Exército Vermelho no qual ele prontamente se alistou. Ele foi submetido posteriormente em corte marcial (ofensa desconhecida), mas depois de servir um tempo num Gulag, foi repatriado na Polônia de onde ele emigrou para Israel para se juntar na lita sionista para retirar da Palestina seus habitantes. Ele veio para os Estados Unidos em 1952 (Philadelphia Inquirer, 21 de abril de 1979).

            Entre os mais conhecidos autores exterminacionistas, Reitlinger omite qualquer menção de sabonete humano, enquanto Hilberg[1] duvida da autenticidade da reivindicação. Mas ele diz que a efetividade do “rumor” do sabão humano não repousa em sua veracidade; pois “provavelmente não” era verdade; mas em sua eficiência em transmitir ao mundo a brutalidade dos nazistas.

            “A prova” para a alegação do sabão humano foi submetida nos julgamentos do Tribunal Militar Internacional de Nuremberg pelos soviéticos. Butz reproduz uma fotografia das massas {supostamente de sabão} soviéticas em seu livro[2], o qual é de fato peça documentária exibida sob o número OS 3421-2, agora alojado nos Arquivos Nacionais dos EUA em Washington. Pellessier fornece uma imagem do sabão humano junto com alguns outros espécimes de uma “coleção macabra” em Buchenwald em seu livro[3]. A Encyclopedia Judaica tem duas fotografias; uma mostrando uma sala da suposta “fábrica de sabão”; a outra mostrando corpos humanos numa caixa[4]. A legenda diz: “uma fábrica de sabão perto de Danzig.

            A história da alegação pode ser traçada a setembro de 1942, quando o rabino Stephen Wise (1874 – 1949) anunciou que ele tinha recebido uma mensagem de um oficial do Congresso Mundial Judaico na Europa reportando sobre a manufatura de sabão e fertilizante artificial a partir de corpos judaicos. Naturalmente, o relatório foi recebido na época com uma certa dose de ceticismo, desde que os americanos e britânicos tinham já encontrado tal alegação durante a Primeira Guerra Mundial: uma alegação a qual tinha vindo a ser uma propaganda Aliada. (Ver Arthur Ponsonby, Falsehood in Wartime, IHR, 1980.)

            Então, posteriormente no mesmo mês, Gehart Riegner, um representante do Congresso Mundial Judaico na Suíça, veio a frente com novos documentos para “provar” a alegação. Os documentos, Riegner disse, tinham sido preparados por um oficial (anônimo) conectados o Alto Comando Alemão e tinha chegado a ele através de intermediários. Este oficial anônimo alegou que existia ao menos duas fábricas em existência fabricando sabão, cola, e lubrificantes a partir de cadáveres judaicos, e que tinha sido determinado que cada cadáver judaico era avaliado em 50 marcos alemão. Eu tenho ainda de descobrir quaisquer faturas ou entradas de contabilidade entre montanhas de documentos alemães para apoiar esta avaliação.

            Uma fonte alega que o rabino Stephen Wise “sabia” sobre o “sabão humano” manufaturado anterior a setembro de 1942, mas ele não acreditou, ou não quis acreditar nisso. A alegação tinha sido feita por um fugitivo do campo de Belzitz (?) que relatou isso para o rabino Michael Weissmandel, um líder judeu ultra ortodoxo na Eslováquia. Weissmandel comunicou o relato no qual também incluiu as primeiras alegações de gaseamento aos representantes do Congresso Mundial Judaico em Budapeste, e na Suíça. Quando o relato foi traduzido ao inglês em Nova Iorque, a parte do “sabão humano” foi omitida por Tartakover, o diretor executivo.

            O rabino Weissmandel posteriormente emigrou para os Estados Unidos, e estabeleceu um seminário ultra ortodoxo no Estado de Nova Iorque. Ele morreu em novembro de 1957, mas em 1960 suas memórias foram publicadas postumamente em hebraico como Min Hamaitzar (Das Profundezas) disponível por $6.50 na Beis Hasefer Book Store, 169ª Ross Street, Brooklyn, NY 11211.

            Um ardente seguidor de Weissmandel, o rabino Moshe Shonfeld, usa muitos trechos das memórias em sua acusação formal do sionismo – a qual os fanáticos judeus consideram como blasfêmia – intitulado The Holocaust Victims Accuse (qv). Shonfeld relata que a mensagem de Weissmandel para os judeus americanos foi deliberadamente suprimida por causa que, sendo sionistas, eles concordaram ter alguns judeus idosos e inúteis martirizados pelos nazistas de modo que os jovens judeus poderiam ganhar passagem para Palestina. Ele diz que foi somente quando o rabino Wise foi realmente mostrado com uma barra de sabão judaico que ele tinha de organizar algum tipo de protesto (Shonfeld, páginas 40 – 41).

            Esta alegação é um tanto irônica, o Dr. Butz indica em seu livro[5] que Weissmandel foi a provável fonte do inteiro mito do Holocausto, e que seu treinamento em cultura talmúdica habilitou ele a recorrer sobre um rico e bizarro poço de figuras de retórica. Butz cita passagens talmúdicas as quais descrevem como 4 bilhões (ou em outras fontes, 40 milhões) de judeus foram abatidos pelos romanos; como a maré de sangue judaico carregou pedras para dentro do mar e manchou a água por quatro milhas; como os corpos judaicos foram usados como postes de cercas; como o sangue judaico foi utilizado como fertilizante nas vinhas romanas; e como as crianças judaicas foram enroladas em seus rolos da Torah e queimadas vivas. Em seu livro The Six Million Reconsidered (Noontide, 1979), William Grimstad lida ainda mais efetivamente com a estranha semelhança das alegações do Holocausto dos dias modernos com antigas anedotas talmúdicas e bíblicas. Na página 42, ele mostra uma ilustração talmúdica da Ígnea Estátua de Moloque, a qual, ele aponta, traz uma curiosa similaridade com os “fornos-câmaras de gás” de Auschwitz.

            Mas há nos Arquivos Nacionais dos EUA um documento de número 740.00116EW/726, o qual parece ser a “informação” recebida em novembro de 1942 de uma anônima fonte do Vaticano chamada “Sr. F.” Ele consiste de uma descrição de três páginas em francês dos eventos os quais estavam alegadamente acontecendo na Polônia, entre outras coisas o documento relata:
Fazendas para a criação de seres humanos estão sendo organizadas para as quais mulheres e garotas são trazidas para o proposto de serem feitas mães de crianças que são então tomadas delas para serem usadas em estabelecimentos nazistas... Execução em massa de judeus continua... Eles são mortos por gás venenoso em câmaras especialmente preparadas para este propósito (frequentemente em carros de transportes ferroviários) e por fogo de metralhadora, na sequência os mortos e moribundos são cobertos com terra... Relatórios estão sendo circulados no sentido de que os alemães estão fazendo uso dos cadáveres deles em produtos químicos manufaturados para plantas (fábricas de sabão).
           Pareceria, assim, que a inteira alegação é fundada em relatos anônimos e boatos especulativos. Ninguém pode chegar a qualquer localização, datas ou nomes. Naturalmente, isto não tem impedido que “historiadores” populares, tal como William L. Shirer, de perpetuar o mito:
Houve testemunho nos Julgamentos de Nuremberg de que as cinzas foram algumas vezes vendidas como fertilizantes. Uma empresa de Danzig, de acordo com um documento oferecido pela acusação russa, construiu um tanque eletricamente aquecido para fazer sabão de gordura humana. Sua “receita” pedia por 12 libras de gordura humana, dez litros de água, e 8 onças para uma libra de soda cáustica... tudo fervido por dois ou três dias e então resfriado[6].
            Conforme a “autoridade” Shirer afirma em sua nota de rodapé 59: documento de Nuremberg “ND USSR – 8, página 197. Transcrito”[7]. Eu suponho que ele quer dizer o mesmo “tanque eletricamente aquecido” o qual aparece na Encyclopedia Judaica descrito acima. Infelizmente a enciclopédia não dá uma fonte para esta ilustração.

            Vamos fazer por um momento uma pausa e examinar esta receita de sabão soviético. Nós devemos assumir, primeiro de tudo, que muitos poucos corpos serão necessários para obter 12 libras de gordura, desde que somos informados que os judeus eram apenas pele e osso de qualquer maneira. Mas a ideia de colocar em ebulição “todos” os ingredientes juntos apenas não coincide com as fórmulas estabelecidas de sabão.  A fórmula do livro de Norman Stark {um relativamente famoso manual de fazer produtos químicos de uso caseiro}pede por “uma grande quantidade de gordura de animal fundida” e afirma que a água e a soda cáustica devem ser misturadas em água fria[8]. Nossos “especialistas” soviéticos devem ter esquecido algumas noções básicas de fazer sabão, por que Stark nos diz que a soda cáustica não poderá ser fervida com a água conforme a mistura irá aquecer de qualquer maneira pela ação da substância alcalina. O sebo é então fundido, e depois do adequado ajuste da temperatura, a solução com a substância alcalina é vertida no sebo e então agitada. Este processo pareceria fazer redundante o “tanque eletricamente aquecido” mostrado na enciclopédia. Também se pode interrogar-se sobre a capacidade.

            Oito onças de soda cáustica para cada libra de gordura humana deve significar 96 onças para esta receita. A maior parte da água, 10 litros, seria misturada com a substância alcalina. Eu simplesmente não consigo entender como os alemães ultra eficientes, trabalhando com extermínio de milhões de pessoas (conforme eles foram supostos fazer), teriam se incomodado com tal pequena “fábrica”, agitando-se ao redor de oito onças disso e dez litros daquilo. Certamente os “moinhos da morte” poderiam fazer melhor que isto?

            No processo de rastreamento de menções de “sabonete humano” eu cheguei através de uma brochura polonesa do Dr. Adolf Gawalewicz a qual afirmou que a “sopa {soup} foi preparada a partir de carne humana”[9]. Sabendo quão mau as traduções polonesas são frequentemente feitas, eu pensei que o autor queria dizer “sabão” {soap}, mas uma referência cruzada com as traduções em francês e alemão novamente mostram “sopa”. Esta pareceria ser uma das alegações mais raras ainda a de que os alemães encorajaram o canibalismo!

            Muitos livros exterminacionistas fazem nenhuma menção a história do “sabão”; mesmo os livros estranhos tal como We Have Not Forgotten[10] o qual cobre todas outras atrocidades alemães concebíveis. O mesmo é verdadeiro de numerosos outros livros “holocaustianos” os quais eu tenho arado. Certamente se existiram tais fábricas existiria ampla evidência para escrever livro depois de livro, artigo depois de artigo, sobre este assunto.

            Mesmo o relatório “de autoridade” do volume 7 do Comitê Internacional de Auschwitz, escrito pelo mesmo Dr. Gawalewicz que escreveu o livro guia de Auschwitz[11] referido acima, faz somente um passagem em referência ao “sabão humano.” A edição inglesa deste trabalho afirma:
Isso não é um tipo de exagero, alguma injustiça não intencional, em relação àquelas centenas de milhares cujas cinzas foram espalhadas pelo vento – ninguém sabe onde – cujos corpos foram dissolvidos para usar a gordura para sabão; cujos cabelos foram usados para fazer {mattrasses} tubos?
(Volume 3, Parte 1: página 36)
  
          (Eu suponho que os tradutores têm vindo à deriva aqui novamente, porquê um “mattrass” é um tubo delgado usado em laboratório. Eles provavelmente querem dizer “mattress” {colchão}. Est é a única menção de “sabão” através deste massivo trabalho, apesar daqueles “centenas de milhares.” Evidentemente alguma coisa deve estar errada.

            Determinado a chegar ao fundo do problema do “sabão humano”, eu paguei uma visita a Danzig, e sem sucesso tentei localizar o lugar da “fábrica de sabão humano.” Nas proximidades do “campo de extermínio” Stutthof eu novamente procurei provas, mas ninguém dos oficiais ou guias de lá puderam ajudar. Nem havia qualquer evidência em exposição entre os números outros exemplos das “atrocidades” alemãs.

            Eu viajei mais profundo dentro da Polônia para o museu de Auschwitz-Birkenau, e quando eu novamente encontrei novamente nenhuma evidência de “sabonete humano” em exposição, eu inquiri aos oficiais se eles poderiam ter uma amostra nos arquivos deles. Eu falei com a Srª Franciszek Piper, uma das guias do museu. Finalmente, Piper, balançou seus ombros, deu-me um agradável sorriso, e informou-me embaraçosamente que seu próprio exame forense de suas amostras de “sabão humano” tinha provado ser apenas sabão extraordinário. Mas e sobre as espécimes de “sabão humano” as quais tinham sido exibidas em Nuremberg? Onde elas estavam? Elas não estavam em Auschwitz?

            Eu estava impossibilitado de penetrar no assunto mais longe, conforme ninguém estava entusiasmado em ouvir algo mais sobre isso. Eu continuei minha pesquisa através das exposições, mas ainda estava impossibilitado a encontrar qualquer traço.

            Indubitavelmente a versão do “sabão humano” da Segunda Guerra Mundial é quase tão real como a história da Primeira Guerra Mundial sobre os malévolos hunos transformando os corpos dos soldados deles mortos em sabão. No fim da Primeira Guerra Mundial, um certo jornal de Virgínia colocou em seu editorial que nas guerras futuras “a propaganda deve ser mais sutil e inteligente.” (Ponsonby, páginas 102-113). Mas obviamente o jornal não tem uma alta circulação na Rússia, e os soviéticos não respeitaram o conselho dele na conflagração posterior.

            É certo que se o público ocidental imaginar que quase todas destas alegações de atrocidades emanaram do bloco comunista, então eles iriam receber isso com tanta credibilidade como a propaganda contemporânea comunista sobre a intervenção na Hungria, Tchecoslováquia e agora Afeganistão {1980} para “resgatar os habitantes da interferência estrangeira.” Os americanos especialmente sabem como os interrogadores comunistas podem forçar confissões falsas dos prisioneiros através de técnicas de tortura. Nós temos muitos exemplos da Coréia e Vietnã. Mas o fato lamentável é que estas alegações comunistas da Segunda Guerra Mundial são sublinhadas  e recicladas em toda a mídia ocidental por ardentes sionistas. Parece que os sionistas têm tal influência dentro da mídia que eles conseguem promover mentiras comunistas quase sem restrição. O único limite parece ser o quão ingênuo o público geral realmente é.

            Depois  de mostrar a ópera do “sabão” do Holocausto na televisão, muitos líderes sionistas expressaram preocupações de que talvez isto pose estar indo longe demais. O rabino chefe em Londres alertou contra “santificar o Holocausto” no Jewish Chronicle (6 de julho de 1979). Gitta Sereny escrevendo no New Statesman (2 de novembro de 1979) admite que muitas “testemunhas sobreviventes do Holocausto” são falsificações parciais ou completas” e que “Auschwitz, apesar de seu nome emblemático, não foi primariamente um campo de extermínio.”

            Com tais admissões como estas, pode-se surpreender quanto tempo ainda irá passar antes que os exterminacionistas percebam que eles têm exagerado um pouco, e começar a mudar os cavalos. Eu firmemente predito que antes de um longo tempo os exterminacionistas irão anunciar que as “câmaras de gás” eram todas propaganda comunista, e que os Seis Milhões foram, de fato, trabalhados para morrer, não gaseados até a morte. A escassez de evidências para “câmaras de gás,” “sabão humano,” “luminárias,” et al. irá exigir isso.

Tradução e palavras entre chaves por Tannhauser

Notas


[1] Nota do autor: Raul Hilberg, Destruction of the European Jews, Quadrangle, 1967; página 624.

[2] Nota do autor: Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, IHR, 1979; página 201.

[3] Nota do autor: Jean Pelissier, Camps de Mort (Camps of Death), Paris, 1946; página 64.

[4] Nota do autor: Eycyclopedia Judaica, Jerusalem, 16 volumes, 1971/2. Volume 13: páginas 761-2 “Poland”.

[5] Nota do autor: Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, IHR, 1979; página 247.

[6] Nota do autor: William L. Shirer, The Rise &Fall of the Third Reich, Fawcett, 1968, 1599 páginas, página 1264.

[7] Nota do autor: William L. Shirer, The Rise &Fall of the Third Reich, Fawcett, 1968, 1599 páginas, página 1518.

[8] Nota do autor: Norman Stark, The Formula Book, Sheed & Ward, Kansas, 1976, página 63.

[9] Nota do autor: Marcinek (editor), Bujak & Gawalewicz, Auschwitz-Birkenau, Warsaw, 128 páginas, sem data, página 7.

[10] Nota do autor: Mazur, Tomaszewski & Wrzos-Glinka, editors, 1939-1945 We Have Not Forgotten, Warsaw, 1960, 267páginas.
Mazur & Tomaszewski, 1938-1945 We Have Not Forgotten, Warsaw, 1961, (edição condensada do livro acima, de 1960), 160 páginas.

[11] Nota do autor: Marcinek (editor), Bujak & Gawalewicz, Auschwitz-Birkenau, Warsaw, , 128 páginas, sem data.



Autor
Richard Harwood e Ditlieb Felderer
Título
Human Soap
Fonte
The Journal for Historical Review (http://www.ihr.org)
Data
Verão de 1980
Fascículo
Volume 1 número 2
Localização
Página 131
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Sobre os autores: Ditlieb Felderer (1942 - ),  nascido na Áustria, e convertido as Testemunhas de Jeová, em 1959, interessou-se pelo assunto do Holocausto, especificamente sobre o tratamento dos nazistas as Testemunhas de Jeová, e depois de comparar as versões exterminacionistas e as revisionistas considerou a última mais factível. Criou e conduziu sua própria revista e sua editora a Bible Researcher, e organizou turnês revisionistas na Polônia a cada verão.

Richard Verrall (1948 - ), (também escreve com o pseudônimo Richard E. Harwwod), graduou-se em História em Westfield College, na Universidade de Londres (B.A.). Foi membro do Partido Conservador Britânico, e depois do Partido da Frente Nacional (NF). Entre seus trabalhos escritos estão Did Six Million Really Die? (1972). A publicação deste livro no Canadá resultou num dos maiores processos de censura na história, conhecido como Holocaust Trials.
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